Nesse assunto não quero mais falar : MEU PAI

sábado, 26 de junho de 2010
Meu pai, amo demais e não quero mais falar dele aqui, porque a família ta sofrendo demais, eu emagreci 5 kilos e meio de ver como esta avançada a doença dele e não vai regredir pelo que o médico falou, chegou a usar não somente Alzaimer, mas demência, hora ele reconhece, daí dois minutos não, chora, tem medo de cobra, fala que estão apontando revolver pra ele, hoje virou beijokeiro( rsrsr), beijou todo mundo, ( legal) se perde dentro de casa.

Hoje não teve UM que não chorou aqui.

O que nos pensávamos que ele tava somente com esquecimento, não era isso nada, é bem pior.
Perguntei ao médico se ele ta sofrendo, e o médico disse que não, agora é medicar, fortalecer e cuidar e junto com pessoas  especializadas 24h.
E é isso que estamos fazendo. E não quero mais falr sobre isso, porque me mata.
Aqui a Jú cuidando , mas todo mundo estava  junto ............



A demência de Alzheimer (pronuncia-se al-tz-rrai-mer) é um transtorno progressivo que mata lentamente as células nervosas do cérebro. Foi identificado pela primeira vez em 1907 pelo clínico alemão Alois Alzheimer. Aproximadamente 1 em cada 20 idosos com 65 ou mais anos de idade é acometido pela doença. Quanto mais avançada a idade, maiores as chances de surgir a demência. Um estudo mostrou que 47% dos idosos com mais de 85 anos de idade sofrem de demência de Alzheimer.


Sintomas
Inicialmente as pessoas que sofrem de demência de Alzheimer desenvolvem mudanças quase imperceptíveis da personalidade e perda de memória para os fatos recentes. Elas se cansam, se aborrecem e ficam ansiosas com mais facilidade. O padrão de perda da memória é diferente daquele que todos temos como simples esquecimento. Normalmente esquecemos o que se passou há muito tempo e lembramos mais os fatos recentes. Na demência de Alzheimer segue-se o padrão inverso: esquece-se primeiro o que se aprendeu por último. Assim os pacientes com Alzheimer lembram-se da infância, dos próprios pais, do casamento ou fatos semelhantes. Isso dá a falsa impressão aos familiares de que a memória do paciente está boa. À medida que a doença progride a pessoa vai esquecendo mesmo os fatos mais antigos, deixando de reconhecer o cônjuge e os filhos, por exemplo; este seria um estágio já bem avançado. A dificuldade da memória seria basicamente a de apreender fatos novos. Os trajetos costumam ser um bom parâmetro de acompanhamento da doença: inicialmente os pacientes conseguem seguir caminhos familiares, mas perdem-se em caminhos para lugares desconhecidos. Outra manifestação dos estágios moderados é a repetição da mesma pergunta várias vezes. Se a doença se aprofunda o paciente passa a se perder mesmo nos locais familiares. Não é raro ver pacientes que se perdem dentro da própria casa, não conseguindo chegar a um determinado cômodo. Nos estágios iniciais os pacientes tentam encobrir as falhas com desculpas ou com histórias inexistentes. É comum também o surgimento de depressão: isso confunde mais ainda o quadro que pode não ter sido devidamente diagnosticado. A depressão pode e deve ser tratada, a recuperação do estado de ânimo leva a um melhor desempenho da memória. Já na perda pela demência, a memória perdida não é recuperável.
Estas pessoas não conseguem tomar as melhores decisões e irritam-se com os familiares que tentam ajudar em tarefas simples como o preenchimento de formulários ou na conferência do balanço bancário. A operação de máquinas ou veículos se torna perigosa, pois os reflexos estão bastante comprometidos. Nessa fase o nome dos amigos começa a ser esquecido, bem como as atividades sociais: por conta disso os pacientes acabam se isolando.
Além da memória, a demência leva a uma deterioração da capacidade de raciocínio e julgamento. Também ao descontrole dos impulsos e da conduta. Aos poucos a capacidade de ler e de executar as tarefas habituais vai se perdendo. No fim a pessoa não consegue nem mesmo realizar sua higiene pessoal, atividades motoras básicas como desabotoar uma camisa ou andar sozinho. O sono pode ficar alterado e o paciente fica andando pela casa a noite, sem objetivo. Desorientação quanto ao tempo e espaço podem surgir. Com isso o paciente confunde-se quanto à época em que está. Passa a não conseguir distinguir o real do imaginário e a ter idéias de perseguição ou mesmo alucinações visuais. As emoções podem ficar perturbadas com manifestações inapropriadas e desconexas, chorando ou rindo sem motivo. Agitação, ansiedade, idéia de que estão lhe roubando ou escondendo as coisas também podem aparecer. Aos poucos o paciente perde completamente o contato com a realidade. Contudo nem sempre a demência de Alzheimer progride a esse ponto. Muitos casos estacionam ficando o paciente com apenas uma perda parcial das funções. Nem todos os pacientes chegam ao estágio mais profundo da doença. 

Ele está na UTI, com 90% dos rins funcionando, pneumonia e muta infecção, urinária, enfim........ mas um monte de coisa que nem quero mais falar




Chega......... Bjus

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Um cantinho pra aprender e se divertir..... Minha vida pré Câncer, com câncer e chegarei ao Adeus câncer. Um pouco de tudo e tudo sobre quase nada.
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